segunda-feira, 20 de abril de 2015
RONDÔNIA
Mãe flagra adolescente tentando estuprar seu dois filhos.
Adolescente foi levado para a Central da Polícia,
mas foi liberado (Foto: Suzi Rocha/G1)
Um adolescente de 14 anos foi flagrado durante uma tentativa de estupro a duas crianças na noite de domingo (19), no bairro Nova Floresta, na Zona Sul de Porto Velho. As vítimas são um menino de 5 anos e outro de 8, que foram encontrados pela mãe e a irmã dentro do quarto com o jovem. O infrator foi detido, mas liberado depois.
Segundo o boletim de ocorência, a mãe das crianças estava deitada em seu quarto, quando ouviu um barulho e decidiu verificar. Ao entrar no quarto dos dois filhos, a mulher flagrou os meninos deitados em um colchão no chão, com as vestimentas parcialmente retiradas, e o adolescente praticando sexo oral em uma das crianças. O jovem saiu correndo para a casa dele, após ser flagrado.
A mãe contou que ainda tentou chamar uma vizinha para testemunhar a cena, mas a mulher preferiu não se envolver no caso. Uma irmã das crianças também presenciou a tentativa de estupro aos irmãos.
A PM foi acionada e localizou o adolescente em sua residência. O jovem foi levado para a Central de Flagrantes da Polícia Civil, acompanhado da mãe, mas liberado depois de ser ouvido pelo delegado.
domingo, 19 de abril de 2015
brasileiro Marcus Alqueres prepara-se para alçar voo em Hollywood
Após sucesso com curta de baixo custo, brasileiro Marcus Alqueres prepara-se para alçar voo em Hollywood
Henrique Ueta 15/04/2015 7:45
Em junho de 2013, o diretor brasileiro Marcus Alqueres, 36, lançou na internet seu curta-metragem The Flying Man, que já obteve mais de 8 milhões de visualizações nos canais Youtube e Vimeo. O sucesso do curta de baixo custo rendeu a Alqueres um contrato na produtora paulista O2 Filmes e chamou a atenção de um executivo dos estúdios Marvel, pela qualidade visual. E mais: o diretor fechou contrato com empresários de Hollywood para transformar o curta num longa-metragem.
No filme de pouco mais de nove minutos, rodado durante apenas dois dias em Toronto, no Canadá, um vigilante sem rosto definido assassina criminosos de forma violenta, ora arremessando no chão os carros em que estão, ora jogando-os em trilhos do trem. Segundo Alqueres, a proposta do roteiro é desconstruir o caráter fantasioso das grandes produções do gênero, refletindo sobre o impacto do eventual surgimento de um justiceiro na sociedade moderna, e mostrando o ponto de vista dos personagens que sofrem as punições de um super-herói.
Alqueres morou no Canadá de 2005 até setembro de 2014, quando voltou ao Brasil. Lá, fez parte da equipe de filmes como 300Planeta dos Macacos: A OrigemAs Aventuras de Tintin, nas áreas de animação, direção e edição. Decidido a mudar o foco de sua carreira e trabalhar em produções próprias, ele conta à Brasileiros como foi o processo criativo do curta e o futuro de The Flying Man, que pode virar um longa, com script assinado por um experiente roteirista dos canais HBO e FX.
Foto: Divulgação/ Diretor Marcus Alqueres
Brasileiros Temos assistido a uma explosão de histórias de super-heróis no cinema. The Flying Man trouxe uma perspectiva distinta, a de quem sofre a punição. De onde veio essa ideia?
Marcus Alqueres – Eu sempre gostei muito do realismo, como cineasta. Quando via filmes, pela perspectiva dos heróis, acabava não os conectando com as pessoas normais. Então, eu imaginei, por que não fazer um filme de super-herói visto do ponto de vista da população, para aumentar o realismo da coisa? Por exemplo: se eu saísse de casa, olhasse para o céu e visse uma pessoa voando, qual seria minha reação? O público está acostumado a saber tudo sobre o super-herói ao longo do próprio filme. Mas na vida real isso só seria possível se ele descesse e desse uma entrevista. Queria explorar isso de modo diferente no filme.
Brasileiros Foi essa que provocação você quis criar com as narrações da cobertura da imprensa no filme?
Marcus Alqueres – Sim! Como seria a cobertura? Como retratariam? Não saberiam as informações, então seriam tudo especulações, não é? Ele começa a matar pessoas e de início não se sabe se ele está matando criminosos ou não. A investigação vem posteriormente e a polícia descobre que todos que morreram tinham uma ficha criminal. A forma que a mídia retrata isso no curta foi uma maneira de conectar a fantasia com a realidade. Até estudei reportagens de como foram as abordagens da imprensa quando alguma coisa grande aconteceu e coloquei no filme de alguma forma.
Brasileiros A revista tem se pautado contra o ódio que vem emergindo em relação ao governo, ao cenário político-social etc. Você associa seu personagem a esse sentimento excessivo que parcela da sociedade vem expondo?
Marcus Alqueres – Não. Não teve uma relação consciente. Cada um que assiste ao curta associa com a situação de seu país, como muita gente nos Estados Unidos associava com os drones, na época. Outras pessoas, aqui no Brasil, associam exatamente com esse cenário que se vê no momento no País. Mas a minha ideia, quando fiz, era realmente criar uma camada complexa em cima de um super-herói. O Super-Homem era politicamente correto. Por que não fazer um vigilante que não fosse politicamente correto, que não concordasse com as leis locais e agisse segundo suas próprias leis? Como a sociedade reagiria a isso? Então foi até uma analogia com ditadores que tem aquele poder acima da lei, acabam ditando as próprias regras e a sociedade fica sem controle sobre isso.
Brasileiros Como foi receber tantas visualizações? Você já tem um histórico de grande repercussão?
Marcus Alqueres – Essa foi a primeira vez, até por que, como diretor, esse foi o segundo filme que fiz. Eu trabalhava na área de efeitos especiais e decidi mudar. Não mais trabalhar nos filmes dos outros, mas criar minhas próprias histórias. Foi uma experiência nova em todos os sentidos. A de criar um curta-metragem do início ao fim, colocar no ar. Tive a opção de colocar direto na internet ou em festivais. Decidi pela internet, pulando os festivais, porque queria mesmo que o maior número de pessoas pudesse ver e até criar uma audiência que eu pudesse medir e avaliar a recepção para um possível longa-metragem. Deu no que deu. Coloquei, virou destaque no Vimeo, depois uma vitrine. Foi tudo muito rápido, mas bem legal. No Youtube ele ainda está bem ativo.
Brasileiros Como aconteceu sua entrada na O2 Filmes?
Marcus Alqueres – Um pouco depois que eu lancei o curta-metragem, em Junho de 2013, começamos a conversar. Eu estava com planos de voltar ao Brasil. Conversamos por uns meses. Até o momento em que voltei, em setembro ou outubro do ano passado, sentamos no estúdio e viabilizamos a parceria. Agora tivemos o anúncio oficial.
Brasileiros E sobre The Flying Man virar um longa-metragem? Isso já está em andamento? Houve uma especulação sobre interesse da Marvel…
Marcus Alqueres – O que houve com a Marvel é que um dos executivos fez um tuíte elogiando o curta publicamente. Isso atrai muita mídia espontânea. Mas o que aconteceu é que, depois que eu coloquei o curta no ar, assinei com empresários de Los Angeles, agências, começamos o processo de achar um roteirista e desenvolver o filme. Por enquanto, o filme ainda tem um caráter independente. A gente decidiu mantê-lo assim, para ter o controle criativo do roteiro. Houve interesses de muitos estúdios, mas estamos priorizando a liberdade. Então vamos manter dessa forma até talvez chegar perto da distribuição que, aí sim, nos associamos a algum grande estúdio para tentar ampliar a divulgação. Mas no momento temos um roteirista, Chris Collins,que já está escrevendo o script, que já está quase pronto. Ele é bem conhecido em Hollywood por projetos como a série The Wire, da HBO. Outro projeto dele é o Sons of Anarchy, do canal FX. O trabalho dele teria um estilo mais de série policial, então não chegaria a ser um filme de super-herói. É uma coisa mais de submundo. Decidimos fechar e estamos quase caminhando para as próximas fases, que incluem escolher um ator e depois obter financiamento.
Link curto: http://brasileiros.com.br/0uHwm
Tags: cinema, curta, Filme, hollywood
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Bitcoin: jovem norueguês se torna milionário investindo somente US$ 26,60
Investimento na moeda virtual Bitcoin permitiu que Kristoffer Koch comprasse um apartamento na região mais rica de Oslo, capital da Noruega
Foi somente em abril deste ano, após a moeda ganhar destaque na mídia internacional, que Koch se lembrou do que havia feito. Ao conferir o quanto seu investimento havia compensado, ele se surpreendeu ao descobrir que possuía nada menos que 5 mil Bitcoins, valor equivalente a US$ 885,5 mil, ou 5 milhões de coroas norueguesas.
Ao transformar um quinto do valor possuído, ele foi capaz de comprar um apartamento em Toyen, uma das regiões mais ricas da cidade de Oslo. Segundo Koch, embora inicialmente ele tenha sido criticado por sua namorada, ela mudou de tom ao saber do que havia acontecido.
“Ela acredita que eu gasto muito dinheiro em um monte de besteiras. Compro muitos itens técnicos que não tenho tempo para usar, e isso foi o pior que já fiz, comprar dinheiro falso”, explicou o jovem ao site News.com.au. Após a descoberta de que Koch havia ficado milionário, sua companheira passou a afirmar que ele deve comprar aquilo que corresponde a suas vontades.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Biólogo registra tubarão-baleia de boca aberta próximo a mergulhador
Apesar da imagem, animal marinho é inofensivo ao ser humano.
Foto foi tirada durante mergulho na Isla Mujeres, em Cancún, México.
Na imagem acima, o tubarão-baleia parece querer engolir um dos mergulhadores. Mas o efeito é apenas visual, porque aparentemente o homem estaria atrás do animal, uma vez que o mergulhador aparece mais "embaçado" (com mais água entre ele e o fotógrafo) que o peixe cartilaginoso, que estaria mais próximo e é visto com maior nitidez.
Segundo Pierce, naquele dia, havia cerca de 100 tubarões-baleia nadando na área. Ele explica que tirou a foto com uma lente grande angular porque queria registrar a boca escancarada do animal.
Em seu blog, o biólogo dá uma dica importante para quem quer captar uma cena como essa: "Quanto mais perto você ficar do tubarão-baleia, melhor, porque a imagem vai ficar mais nítida com menos água separando vocês. Dá para ficar a 50 centímetros do tubarão-baleia e ainda conseguir pegar ele inteiro".
A espécie pode medir entre 2 e 17 metros e se alimenta principalmente de zooplâncton (organismos que vivem dispersos na coluna d'água), mas também fazem parte de sua dieta ovos e larvas de peixes, invertebrados e lulas.
Roteirista acusa Tom Cruise de plágio e pede US$ 1 bilhão por filme
Ele alega que seu texto foi parar em 'Missão: Impossível 4'.
'Tom Cruise não roubou nada de ninguém', afirmou advogado do ator.
Tom Cruise chega a Dubai para lançar filme
(Foto: Jumana El Heloueh/Reuters)
Um roteirista entrou com um processo contra Tom Cruise porque o ator teria usado uma de suas histórias no mais recente capítulo da saga cinematográfica "Missão: Impossível".(Foto: Jumana El Heloueh/Reuters)
Timothy Patrick McLanahan, que espera ganhar US$ 1 bilhão com o processo, afirma que "Missão: Impossível - Protocolo fantasma", de 2011, é inspirado em um roteiro escrito em 1998 e que ele tentou vender sem êxito a Hollywood.
O roteirista afirma que seu texto foi enviado sem seu conhecimento à agência que representa Cruise, a Creative Artists Agency (CAAs).
Ao ver o filme, McLanahan assegura ter-se dado conta que era um plágio de seu roteiro intitulado "Head On". "Tom Cruise não roubou nada de ninguém", afirmou à AFP o advogado do ator, Bert Fields, acrescentando que o processo certamente será arquivado pela Justiça.
O roteirista reclama US$ 1 bilhão por perdas e danos, já que o filme totalizou US$ 690 milhões no cinema, US$ 145 milhões em vendas de DVD e outros milhões por aluguel do filme.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Estados deixam de construir prisões e devolvem R$ 187 milhões à União
Pouca verba estadual e mudança de política federal são motivos apontados.
Além de reformas, há projetos de saúde e educação; PE, RJ e MA lideram.
Entre os diversos motivos alegados, destacam-se a falta de recursos dos próprios estados para completar as obras, cancelamentos por atrasos, inadequação de projetos alterados, problemas em licitações, suspeitas de irregularidades e trocas no comando dos governos estaduais.
Também há situações de contratos cancelados por determinação do governo federal, por mudanças na política carcerária; em outros casos, segundo alguns estados, um decreto presidencial impediu o repasse de recursos para obras que ainda não haviam iniciado (veja a lista completa de obras canceladas por unidade da federação ao fim desta reportagem).
Os dados, compilados pelo Depen a pedido do G1, não contemplam o valor total que o governo repassou – apenas o que foi devolvido. O que ficou no estado para ser investido não foi informado pelo órgão. Os únicos números disponíveis referem-se a 2012 e 2013, quando o repasse de verbas da União para o sistema carcerário em todo o país totalizou R$ 1,2 bilhão.
O Maranhão, onde eclodiu a crise que levou o governo federal a elaborar um plano emergencial para conter a violência nas penintenciárias locais, foi o terceiro estado que mais devolveu recursos na última década: R$ 23,9 milhões. O governo maranhense havia assinado três contratos, em 2004 e 2011, para a construção de duas cadeias públicas e um presídio no interior. Todos os acordos foram cancelados.
Se fossem concluídas, as instalações no Maranhão somariam 681 vagas. O governo do estado informou que o cancelamento ocorreu após o Depen ter rejeitado alterações feitas nos projetos pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) maranhense, a pedido do próprio governo federal. Segundo o governo estadual, as duas cadeias cujos contratos foram anulados estão sendo construídas agora com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O estado que mais deixou de usar os recursos federais foi Pernambuco, em um total de R$ 33,5 milhões. Em setembro de 2010, o estado assinou um contrato com o governo federal para a reforma de uma antiga fábrica na Região Metropolitana do Recife para implantar o Centro Estadual de Cidadania Padre Henrique.
Todo o dinheiro seria aplicado nesse projeto, voltado para atividades de qualificação não restritas a presos. Apesar de o dinheiro ter sido disponibilizado pelo Depen, o valor sequer chegou a ser transferido, segundo o governo estadual. Em nota, a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou que o governo federal não aprovou o projeto apresentado, por não adequação "às questões ambientais, patrimônio público, impactos viários, acessibilidades e licenças diversas".
O Rio de Janeiro vem em seguida, com a segunda maior devolução de dinheiro federal. Foram canceladas dez obras para construção e reforma de presídios, que somavam R$ 26,7 milhões.
O governo estadual informou que, devido à mudança de gestão, os projetos passaram a ser coordenados por órgãos diferentes. De acordo com a Secretaria de Obras fluminense, os recursos do Depen, em parceria com a Caixa Econômica Federal, foram ampliados para a construção de duas cadeias públicas – uma feminina e uma masculina –, com investimentos de R$ 18.724.871,31 e R$ 12.057.983,83, respectivamente.
Desperdício e burocracia
O Brasil tem atualmente 563,7 mil pessoas presas e um déficit de aproximadamente 200 mil vagas no sistema carcerário, segundo levantamento feito pelo G1 nos estados. O país está entre os cinco do mundo com maior população de detentos.
Em maio de 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pediu ao Ministério Público (MP) dos estados para processar autoridades locais pelo desperdício de verba federal destinada às penitenciárias. A solicitação era baseada em um balanço parcial do Depen, que apontava um não aproveitamento de R$ 103,384 milhões desde 2011.
O CNJ ainda não recebeu retorno de todas as unidades do MP acionadas, mas em alguns estados as procuradorias informaram que não é possível responsabilizar autoridades, por não ter sido identificada má-fé, segundo a assessoria de imprensa do conselho.
A devolução de recursos revela a falta de prioridade para o assunto pelos governadores e a ausência de coordenação para tratar do tema"
Marcus Vinicius Coêlho,
presidente da OAB
presidente da OAB
"Seja por má-fé, negligência ou impossibilidade técnica para implementar ações, a devolução de recursos revela a falta de prioridade para o assunto pelos governadores e a ausência de coordenação para tratar do tema", disse Coêlho.
Diretora no Brasil da Human Rights Watch, uma das principais entidades de defesa dos direitos humanos no mundo, Maria Laura Canineu afirma que parte da dificuldade na utilização de recursos se deve à burocracia brasileira.
A gente sabe que há uma burocracia que impera. Até para aplicar os recursos, muitas vezes
há incapacidade técnica dos estados ou até descaso mesmo"
há incapacidade técnica dos estados ou até descaso mesmo"
Maria Laura Canineu,
Human Rights Watch
Human Rights Watch
Maria Laura sustenta, no entanto, que o problema carcerário do país vai além das dificuldades na aplicação de verbas. Um estudo da Human Rights Watch revela que cerca de 200 mil detentos são mantidos presos no país sem sequer terem sido julgados.
"Quase 50% dos presos estão em situação provisória. Eles ficam meses aguardando alguma movimentação da Justiça e, muitas vezes, não fazem ideia da situação deles. É preciso fazer um mutirão na Justiça, para saber situação de cada um e qual benefício se aplica a cada preso", destacou.
Veja abaixo as obras que deixaram de receber verba federal e os motivos alegados por estado:
ALAGOAS
Valor devolvido: R$ 836.911 (contratos firmados em 2008 e 2009)
Obras: Módulo de saúde no presídio Desembargador Luís de Oliveira Sousa e construção de centro Cultural Ecumênico na Penitenciária Feminina de Santa Luzia.
Motivo: A Superintendência Geral de Administração Penitenciária de Alagoas informou que os dois contratos foram cancelados a pedido do Depen, após o governo federal identificar que as obras não criariam novas vagas no sistema prisional.
CEARÁ
Valor devolvido: R$ 180.000 (contrato firmado em 2008)
Obra: Reforma do hospital penitenciário Professor Otávio Lobo.
Motivo: A Secretaria da Justiça e Cidadania do Ceará informou que o dinheiro federal foi devolvido porque o valor equivalia a cerca de 10% do R$ 1,5 milhão necessário para a obra. Segundo o Ministério da Justiça, o contrato foi desfeito após descumprimento de prazo contratual.
DISTRITO FEDERAL
Valor devolvido: R$ 1.611.929 (contrato firmado em 2008)
Obras: Reforma no Centro de Progressão Penal e substituição da cobertura do local.
Motivo: A Secretaria de Segurança Pública do DF informou que o valor da devolução divulgado pelo Ministério da Justiça não confere. De acordo com a assessoria de imprensa da secretaria, houve uma devolução ao governo federal de R$ 1.211.141 no final de 2013, referente à licitação de geolocalizadores para viaturas que não foram comprados devido a "especificações inadequadas do produto".
GOIÁS
Valor devolvido: R$ 13.413.795 (contratos firmados em 2006, 2008, 2009 e 2011)
Obras: Reforma da Colônia Industrial Semi-Aberto; construção de Presídio de Segurança Máxima em Aparecida de Goiânia; reforma da Cadeia Pública de Santa Helena; presídio Regional em Senador Canedo.
Motivo: A Secretaria de Administração Penitenciária e Justiça de Goiás informou que tanto a reforma na colônia industrial quanto a construção do presídio em Aparecida de Goiás foram cancelados por decisão unilateral do Depen, após mudança na política prisional do governo federal em 2011. Já a reforma da cadeia pública foi cancelada, segundo o governo do estado, devido a um decreto presidencial que cancelou diversos contratos entre estados e municípios. Já o presídio da cidade de Senador Canedo teve o contrato cancelado, segundo a secretaria estadual, por descumprimento do prazo de dois anos para formalizar o convênio e elaborar os projetos de execução e a prefeitura do município desistir de ceder o terreno para a obra.
MARANHÃO
Valor devolvido: R$ 23.962.399 (contratos firmados em 2005 e 2012)
Obras: Construção do presídio Regional de Pinheiros e das cadeias públicas de Pinheiros e de Santa Inês.
Motivo: O governo do Maranhão informou que o cancelamento dos contratos ocorreu após o Depen rejeitar alterações feitas nos projetos pela Secretaria de Administração Penitenciária do estado a pedido do próprio governo federal. Segundo o governo maranhense, as cadeias cujos contratos foram anulados estão sendo construídas com recurso do Banco Nacional de Desenvolvimento.
MATO GROSSO DO SUL
Valor devolvido: R$ 15.200.411 (contratos firmados em 2008, 2009, 2010 e 2013)
Obras: Ampliação de cinco cadeias públicas (Aquiduana, Campo Grande, Buriti, Navirai, Ponta Porã e Três Lagoas) e um presídio; construção de uma penitenciária feminina em Campo Grande.
Motivo: A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário do Mato Grosso do Sul informou que as obras não foram adiante porque a resolução que muda as normas de arquitetura das unidades prisionais aumentou a contrapartida financeira que o estado teria de fazer e inviabilizou o investimento. Segundo o governo estadual, o Mato Grosso do Sul refez os projetos e substituiu as obras canceladas pelo projeto de três cadeias públicas em Campo Grande.
MINAS GERAIS
Valor devolvido: R$ 12.244.032 (contrato firmado em 2007)
Obra: Construção do presídio de Ribeirão das Neves.
Motivo: A Secretaria de Defesa Social do estado informou que o contrato foi cancelado porque o repasse dos recursos não teria sido aprovado pela Caixa Econômica Federal. Apesar de o repasse ter sido devolvido em 2012, segundo o governo mineiro, outro contrato foi assinado recentemente com o Depen com o mesmo objetivo, no valor de R$ 11 milhões.
PARÁ
Valor devolvido: R$ 882.511 (contratos firmados em 2008 e 2010)
Obra: Construção de módulo de saúde na Penitenciária de Marituba e de salas de aula para o CRA.
Motivo: A Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará informou que o contrato do módulo de saúde foi cancelado por não haver recurso do estado para contratar técnicos e adquirir equipamentos. Em relação às salas de aula, o estado informou não ter tido recursos para garantir a quitação do valor que deveria ter sido pago pela obra.
PARAÍBA
Valor devolvido: R$ 6.292.281 (contratos firmados em 2005, 2009 e 2011)
Obras: Conclusão da Penitenciária de Cajazeiras; construção de Penitenciária Feminina de Segurança Máxima; ampliação da Penitenciária de João Pessoa e reforma do Presídio de Santa Rita.
Motivo: O secretário de Administração Penitenciária da Paraíba, Wallber Virgolino, afirmou ao G1 que o período das devoluções se refere a outra gestão e disse não ter informação sobre o motivo de as obras não terem sido executadas. Segundo ele, o governo estadual arcou com os custos da reforma feita em 2013 no Presídio de Santa Rita e arcará com a que será feita neste ano no presídio de João Pessoa, com R$ 2 milhões já autorizados.
PERNAMBUCO
Valor devolvido: R$ 33.517.131 (contrato firmado em 2010)
Obra: Reforma da estrutura física da antiga fábrica Tacaruna para implantação do Centro Estadual de Cidadania Padre Henrique.
Motivo: O dinheiro não foi transferido, segundo a Secretaria de Defesa Social, porque o governo federal não aprovou o projeto apresentado por não adequação "às questões ambientais, patrimônio público, impactos viários, acessibilidades, licenças diversas".
RIO DE JANEIRO
Valor devolvido: R$ 26.749.929 (contratos firmados em 2006 e 2008)
Obras: Reforma de presídio em Campos; construção de estabelecimentos Penais Estaduais e reforma geral de Instituto Vieira Ferreira Neto; construção de residência para idosos; construção da Cadeia de Magé; construção do Centro de Observação no Presídio da Polinter; reforma na Penitenciária Alfredo Tranjan e no Instituto Candido Mendes; construção de centro de observação em Complexo de Gericinó, em Bangu; reforma da Penitenciária Serrano Neves.
Motivo: O governo estadual informou que, devido à mudança de gestão, as obras de construção e reforma passaram a ser coordenadas por órgãos diferentes. De acordo com a Secretaria de Obras fluminense, os recursos do Depen, em parceria com a Caixa Econômica Federal, foram ampliados para a construção de duas cadeiras públicas, uma feminina e uma masculina, com investimentos de R$ 18.724.871,31 e R$ 12.057.983,83, respectivamente.
RIO GRANDE DO NORTE
Valor devolvido: R$ 14.370.557 (contratos firmados em 2009, 2010 e 2011)
Obras: Construção da Cadeia de Macau, de Ceará-Mirim, da unidade prisional de Lajes e reforma da unidade psiquiátrica do Complexo Penal Dr. Chaves.
Motivo: O governo potiguar não esclareceu sobre as obras apontadas no levantamento de devolução do Ministério da Justiça, mas informou que foram devolvidos R$ 10,4 milhões de convênios firmados entre 2007 e 2010. O motivo do cancelamento, segundo o governo estadual, foram entraves burocráticos, como falta de documentação de imóveis e problemas em licitação.
RIO GRANDE DO SUL
Valor devolvido: R$ 20.656.798 (contratos firmados em 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010)
Obras: Construção da Coordenadoria de Perícias de Bagé; da Penitenciária de Bento Gonçalves e de Passo Fundo; de albergue junto ao Presídio Municipal de Bagé; reforma do alojamento do Instituto Penal Viamão e da Casa de Albergado Padre Pio Buck; construção de albergue em Porto Alegre e de módulo de saúde em local não discriminado.
Motivo: De acordo com a Superintendência de Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul, em Bento Gonçalves e em Passo Fundo, houve demora no processo de execução das obras devido a recursos impetrados pelo Ministério Público contra a localidade de um dos presídios e contra um dos processos licitatórios. A razão do cancelamento dos demais contratos não foi informada.
RONDÔNIA
Valor devolvido: R$ 323.080 (contrato firmado em 2011)
Obra: Implantação de Educação para Jovens e Adultos na Casa de Detenção Dr. José Mario Alves da Silva.
Motivo: De acordo com a assessoria de imprensa do governo de Rondônia, não foi possível executar o projeto devido a problemas técnicos. Além disso, informou que a devolução do dinheiro ocorreu devido à assinatura de decreto presidencial que determinava o cancelamento do repasse de contratos não executados.
SERGIPE
Valor devolvido: 2.153.528 (contrato firmado em 2012)
Obras: Reforma do Hospital de Custódia e Ampliação do Presídio de Areia Branca.
Motivo: A Assessoria de Planejamento da Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa ao Consumidor de Sergipe informou que a ampliação do presídio foi prejudicada por atrasos da empresa responsável pela obra, o que levou à rescisão do contrato. Apesar de o governo estadual ter realizado licitação para contratar outra empresa, o contrato foi cancelado devido ao decreto presidencial que determinava a anulação de obras com os estados que não tivessem começado. Quanto ao dinheiro para a reforma do hospital, o estado informou que o recurso não chegou.
TOCANTINS
Valor devolvido: 14.708.591 (contrato firmado em 2009)
Obras: Construção da Penitenciária de Araguaína.
Motivo: A Secretaria de Defesa Social do Tocantins informou que o cancelamento do contrato ocorreu devido à constatação de que, durante a licitação, a proposta vencedora apresentava valores superfaturados. A proposta previa valor total para a obra de R$ 19.111.412. A pasta concluiu que os atos praticados no processo violavam as normas constitucionais, o que justificaria a anulação do certame.
Jovem morre no mesmo avião em que pediu namorada em casamento
Acidente foi nesta quarta-feira (29), no RS; pedido foi feito 40 dias antes.
Arthur Demétrio era de Tubarão, no Sul de SC, onde será enterrado.
Géssica Valentini Do G1 SC
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dezembro (Foto: Reprodução/YouTube)
Arthur Demétrio era natural de Tubarão, no Sul de Santa Catarina, e trabalhava como instrutor de voo na cidade gaúcha. O avião estava sendo usado para uma aula e o aluno, Darlan Kabata dos Santos, de 31 anos, também morreu no acidente. As duas vítimas faziam o trajeto de volta de Santa Cruz do Sul a Cachoeira do Sul. As causas ainda serão investigadas pela Polícia Civil.
O corpo de Arthur deve chegar na madrugada desta quinta-feira (30) a Tubarão. Ele será velado na Capela Mortuária Santa Rita, ao lado da catedral. O enterro está previsto para ocorrer no Cemitério Horto da Saudade, às 17h.
Motorista que derrubou passarela no RJ admite que falava ao celular, diz polícia
Luis Fernando prestou depoimento ainda no hospital ao delegado.
Acidente na Linha Amarela causou cinco mortes e deixou 4 feridos.
"Isso indica uma falta de cuidado, uma negligência. Ele não observou nos retrovisores laterais e o caminhão possui retrovisor central. A distração pode ter ocasionado ele não ter visto a caçamba içada", afirmou o delegado.
O motorista contou ao delegado que começou a falar com um amigo assim que entrou na Linha Amarela. O amigo, que também seria motorista da empresa de caminhões, será convocado para prestar depoimento e a polícia vai checar informações com a companhia telefônica.
O motorista voltou a afirmar, em depoimento, que houve um problema técnico no caminhão na sexta-feira (24).
Segundo disse ao delegado, a caixa de marcha do veículo caiu e foi levada para a manutenção. A polícia vai investigar se o problema pode ter afetado o sistema que aciona a caçamba. O caminhão foi usado por um outro motorista um dia antes do acidente.
" A caixa de marcha é acoplada ao sistema de bombeamento hidráulico da caçamba e quando o mecânico fez o reparo pode ter provocado uma avaria involuntária no sistema hidraúlico. Nós vamos apurar".
A polícia informou que vai ouvir os depoimentos do chefe da mecânica da empresa Aliança, do gerente operacional da empresa. Uma perícia complementar vai verificar se o defeito apresentado pode ter sido a causa de um possível acionamento da caçamba do caminhão involuntariamente.
Segundo informações do delegado, não há previsão de alta médica para o motorista do caminhão. De acordo com ele, os médicos disseram que Luis Fernando está com ruptura de fígado, um trauma no abdômen e problemas cardíacos. Nesta terça, ele ficou sabendo das mortes ocorridas no acidente. " Ficou muito supreso e emocionado" disse Asty.
Mais cedo, Fábio Asty interrogou Antonio Thimotheo, que é motorista de ônibus há 10 anos e passava pela Linha Amarela na hora do acidente. Antonio disse que tentou chegar perto para avisar que a caçamba estava levantada, mas que o caminhão estava mais rápido. "Eu só posso andar a 70 km/h e não alcancei", explicou, dizendo que as imagens do ônibus comprovam o que ele diz (veja no vídeo).
Ainda de acordo com a testemunha, a carreta havia passado por outras passarelas com a caçamba levantada, mas pelas pistas do meio, onde há altura suficiente. "Ali, onde ele colidiu, é inclinada", explicou.
Depoimento informal do motorista
Costa disse em depoimento informal à polícia na terça que não viu a caçamba levantada e que sabia que estava trafegando em horário proibido na via, mas alegou que estava "com pressa". A declaração dele foi dada no hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, onde estava internado.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Luis Fernando foi transferido para o Hospital do Coração de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Um representante da empresa Arco da Aliança, responsável pela carreta, também será ouvido na delegacia. Outras testemunhas e sobreviventes serão intimados, após liberação médica, para esclarecer o caso.
Imagens de câmeras de segurança da Linha Amarela, fornecidas pela concessionária Lamsa, que administra a via, também estão sendo analisadas, e a polícia aguarda o resultado dos laudos periciais, que devem ficar prontos em até 10 dias, já que foi pedida urgência na conclusão dos trabalhos.
Mais uma morte
Subiu para cinco o número de mortos no acidente, que ocorreu na altura de Pilares, no Subúrbio. Morreu às 6h desta quarta-feira Luiz Carlos Guimarães, de 60 anos, que estava internado em coma no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, no Subúrbio, após ter sofrido um traumatismo craniano e um edema (inchaço) cerebral.
Luiz Carlos estava no banco de trás do Palio que foi esmagado pela estrutura. Pelo menos outros dois veículos foram atingidos pela passarela. Ainda não há informações sobre o local e o horário de enterro da vítima.
Enterros
Quatro vítimas da queda da passarela na Linha Amarela — Adriano Oliveira, Célia Maria, Alexandre Almeida e Luiz Caros Guimarães — foram enterradas na tarde desta quarta-feira em cemitérios da Região Metropolitana do Rio.
Protesto
Colegas e parentes de Alexandre Almeida, que era taxista, fizeram uma carreata que ocupou todas as faixas da Linha Amarela, na pista sentido Barra da Tijuca, altura de Pilares, por volta das 14h30 desta quarta. A via foi liberada às 14h50, de acordo com o Centro de Operações da Prefeitura. O trânsito chegou a ter retenções enquanto houve o bloqueio, mas voltou a fluir normalmente.
Justin Bieber é indiciado por agressão pela polícia de Toronto
Ídolo teen deve comparecer a uma audiência no dia 10 de março.
Cantor é acusado de ter agredido motorista de limusine em dezembro.
O astro deverá comparecer na Justiça no dia 10 de março para responder por essas acusações. Bieber, que se apresentou voluntariamente à polícia, foi mantido durante duas horas em uma delegacia no Centro de Toronto, no Canadá.
Imagens transmitidas por uma emissora de televisão local mostraram o momento em que Justin chega à delegacia, escoltado pela polícia e em meio à multidão histérica de fãs.
Também nesta quarta, os advogados do astro apresentaram uma declaração por escrito em um tribunal do condado de Miami, segundo a qual seu cliente disse ser inocente das acusações apresentadas contra ele, na Flórida.
Em 23 de janeiro, Justin foi detido, em Miami Beach, por dirigir embriagado e sob efeito de drogas, resistir à prisão e conduzir com carteira de motorista vencida. Segundo a polícia de Miami, Bieber desrespeitou o oficial que o prendeu e admitiu ter fumado maconha, bebido álcool, além de consumir medicamento controlado.
Depois de passar oito horas preso, ele se apresentou ao juiz Joseph Farina, que determinou uma fiança de US$ 2,5 mil. Horas após ser liberado, o cantor viajou ao Panamá com um grupo de amigos, de onde foi direto para o Canadá, nesta quarta.
As acusações formais sobre o caso de Miami serão apresentadas em um tribunal da Flórida no próximo dia 14. Mas, de acordo com o TMZ, os advogados do cantor deverão recorrer, alegando que o resultado de um exame de sangue indica que ele apresentou um índice de 0,014 (o que significa que tinha 0,14 ml de álcool a cada litro de sangue), e que vídeos publicados pelo site e o aparelho de GPS instalado em seu carro comprovam que ele dirigia em uma velocidade abaixo do limite, o que contraria a versão de que estaria participando de um racha.
O episódio inspirou uma campanha on-line para pedir à Casa Branca que deporte o cantor canadense.
Nesta quarta, na seção 'We The People' da página oficial da Casa Branca, mais de 100 mil pessoas já haviam assinado a petição para que o governo Barack Obama cancele o 'green card' (visto de residência permanente) de Bieber
domingo, 26 de janeiro de 2014
Ônibus tomba e cai dentro de rio na BR-116 entre Muriaé e Miradouro, MG
A morte de um bebê foi confirmada e uma mulher continua desaparecida.
Segundo PRF, 51 passageiros ficaram feridos e encaminhados ao hospital.
Segundo a PRF, o acidente com o ônibus que seguia de Ipiaú (BA) para São Paulo, ocorreu por volta das 6h30 na ponte do Rio Glória, próxima ao km 684 da rodovia. O motorista afirmou que uma das rodas do veículo travou e ele perdeu o controle. O ônibus atravessou a pista e caiu dentro do rio. A ponte tem cerca de dez metros de altura e o veículo destruiu a mureta de proteção.
De acordo com a PRF, foi apurado que o veículo estava com 51 passageiros, entre adultos e crianças, mais o motorista. Equipes do Corpo de Bombeiros de Muriaé e também de Ubá resgataram os passageiros. Ao chegarem no local, muitas vítimas estavam em cima da lataria do ônibus aguardando socorro. O corpo do bebê foi encontrado no fim da manhã. Uma mulher, de idade não identificada, está desaparecida. As buscas foram encerradas às 19h e vão reiniciar na manhã desta segunda-feira (27).
(Foto: Silvan Alves/Silvanalves.com.br)
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